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Filosofia iniciática do Grau de Companheiro (I)

Publicado em FREEMASON.PT

Por Maxell Egens

blue, azul, loja, companheiro

Contestando pelos seus próprios esforços a pergunta: De onde viemos?, o Iniciado do primeiro grau é conduzido a reconhecer a Unidade do Princípio da Vida, a Dualidade da sua manifestação nos pares dos opostos e complementares e a Lei do Ternário que faz fecunda esta Dualidade e reproduz ao infinito essa mesma Unidade na Multiplicação da criação.

Ao iniciado do segundo grau, analogamente compete-lhe buscar uma satisfatória resposta a segunda pergunta da Esfinge, Quem somos?, estudando o enigma do seu próprio ser sob o tríplice aspecto de “produto da evolução da natureza”, de “ser individual dotado de autoconsciência e razão” e de “expressão ou manifestação directa da Vida única, para a qual tende constantemente com o seu progresso”.

O Companheiro se enfrenta assim com o gnothi seautón (conhece-te a si mesmo!) dos iniciados helenos, e nesta contestação, que deve ser individual para que seja individualmente satisfatória, não pode oferecer lhe nenhuma ajuda os diferentes dogmas e crenças, positivas ou negativas, pelos quais as religiões e ciências profanas só adormecem as consciências.

Como com a peneira em Elêusis se separavam os grãos amarelos do trigo (consagrados a Ceres) das negras sementes de papoula (consagradas a Morfeu), assim compete ao Companheiro discernir claramente entre a clara semente da Verdade que conduz a fonte de Mnemósine, a memória ou conhecimento da Realidade, cuja bebida se consegue a imortalidade e a negra semente do erro que conduz ao Letes, a Fonte do esquecimento que produz a morte da consciência, sepultada na ilusão da matéria [1].

A contestação a pergunta: Quem somos?, por meio da Lógica, da Aritmética e da Geometria, e sob o tríplice ponto de vista de que temos falado, o conduz naturalmente ao estudo das propriedades dos números quatro, cinco e seis e dos conceitos filosóficos e geométricos que se relacionam com os mesmos.

Meditando sobre estes números e relacionando-os com as propriedades do seu ser, à luz dos conhecimentos adquiridos com os três primeiros, por meio daquele discernimento que mede e determina constantemente o progresso iniciático, chegará a orientar-se neste Caminho (simbolizado por cinco viagens) e descortinando as trevas da aparência, que como o véu de Ísis, escondem a Verdade ao entendimento profano, alcançara o Oriente, de onde resplandece a Estrela luminosa e, no seu centro, a Letra sagrada, fonte dessa Luz.

Porém este resultado não se consegue lendo muito sem meditar, nem escutando sem reflectir, senão escutando e lendo com “discernimento”, e aprendendo a pensar por si mesmo, exercitando-se só, constantemente no uso dos seus próprios instrumentos mentais, com os quais fará perfeitamente justas, planas e polidas as seis faces do Cubo simbólico da sua Individualidade.

O número quatro

Assim como o número um, simbolizado pelo ponto, indica o espaço potencial sem dimensões, e o número dois, determinando a linha, mostra a primeira dimensão, o número três, formando com o triângulo a primeira figura plana, determina, junto com o plano, o espaço bidimensional.

Analogamente, o número quatro constitui com as três linhas e os três planos que se encontram no vértice de um ângulo triedro, o espaço tridimensional da nossa experiência objectiva.

Assim, pois, enquanto os três primeiros números se referem mais especialmente aos Princípios que governam o Universo e a Origem Primeira das coisas (Mundo Divino no qual existe em principio e do qual procede e se desenvolve desde o interior ao exterior toda manifestação objectiva) o número quatro introduz-nos no reino da experiência sensível, determinando as três (ou seis) dimensões do espaço.

Os primeiros quatro números determinam, além disso, as quatro figuras fundamentais do simbolismo hermético: o círculo, formado por todo ponto isolado convertido em centro de actividade, manifestando-se desde de dentro para fora: a cruz formada por duas linhas (duas manifestações duais ou bipolares da Unidade) que se conjugam ou seccionam rectamente; o triângulo determinado por três pontos ou três linhas que produzem os seus três ângulos ou aspectos; o quadrado, que com quatro pontos e quatro linhas, determina e circunscreve igualmente quatro ângulos. E a soma dos quatro forma o número dez, que não nos compete examinar aqui.

O Tetragrama

As quatro figuras anteriores tem uma evidente correspondência com as quatro letras do tetragrama, nome hebraico da Divindade que não se permitia pronunciar, e cuja perfeita vocalização não pode ser conhecida senão pelo iniciado na sua compreensão.

A primeira letra, iod, a mais pequena do alfabeto hebraico, corresponde evidentemente com o ponto, origem e centro de todo círculo, ou seja, com princípio Originário de toda manifestação.

A segunda, he, representando uma expiração, corresponde com a manifestação, que conduz aos dois Princípios, complementares ou antinómicos, que integram o ângulo e a cruz.

A terceira, vo, formada pelo ponto que desce em linha vertical, mostra a Unidade que se produz e chega criativa no Binário (indicado por he) produzindo-se assim o Ternário ou triângulo, que representa as três propriedades universais da actividade, da inércia e do ritmo. É o ponte ou nexo que conecta a Dualidade da manifestação com o Princípio Originário e a faz fecunda e produtiva – o Amor que une ao Pai e a Mãe, engendrando o Filho.

A quarta letra, que é um he duplicado, expressa a manifestação visível, originada pelos dois Princípios que constituem a manifestação latente, ou seja a Cruz que se concretiza e realiza em forma contingente no quadrado.

Chegamos assim a compreender o sentido da “Tétrada, fonte perene da Natureza”, da que nos fala Pitágoras através dos Versos Áureos, como do Supremo Mistério da criação.

As quatro fases criadoras representadas nas quatro letras do Nome do Ser criador, correspondem gramaticalmente: ao sujeito de uma preposição (caso nominativo do nome ou pronome); o atributo, que denota a actividade ou maneira de ser própria do sujeito (verbo, ou bem adjectivo que, pela sua qualidade, denota e implica a tal actividade); ao objecto dessa actividade ou maneira de ser (complemento directo expresso pelo caso acusativo); ao complemento indirecto, de termo ou relação, que especifica as circunstâncias da acção.

Estes quatro elementos da oração aparecem com toda clareza no primeiro versículo do Génesis:

  1. Deus (sujeito).
  2. Criou (atributo).
  3. o céu e a terra (complemento directo).
  4. no principio (complemento indirecto).

Os quatro elementos

Se correspondem também as quatro letras do Nome Sagrado com os quatro elementos, representados simbolicamente pelos quatro braços da Cruz e formados pela polarização do mercúrioAkasha ou Quintessência, nascida da união do Princípio Masculino ou Activo (o enxofre) com o Princípio Feminino e Passivo (o sal), que correspondem, respectivamente, com a linha vertical e horizontal da Cruz.

A polarização do mercúrio (o centro da cruz) segundo a linha vertical do enxofre, produz respectivamente o fogo ou princípio de expansão (que origina a força centrifuga e toda forma de irradiação) como polaridade negativa (que origina a força centrípeta e toda forma de movimento, rotação ou translação). A mesma polarização, segundo a linha horizontal do sal, produz a água ou princípio de umidade, união ou solução no seu aspecto positivo, e a terra ou princípio do seco, coesão e separação no seu lado negativo; a primeira é, portanto, a força que dissolve em si e reúne as substâncias – formando-se ou nascendo assim no seu seio a vida orgânica -, enquanto a segunda desagrega e separa, com a sua mesma coesão, as diferentes substâncias, solidificando-as e individualizando-as, como aparece no processo de cristalização.

Os quatro elementos assim diferenciados aparecem em cada uma das quatro triplicidades, das quais, segundo a Astrologia, resulta formando o Zodíaco, circunscrição ou expressão circular de todo universo.

No homem, encontramos uma análoga polaridade, correspondendo o Fogo ao peito e ao coração que produz o calor vital, o Ar e as pernas que movem o organismo, a Água ao lado direito e a função assimilativa, tipificando no fígado, a Terra no lado esquerdo e na função dissimulativa, evidenciada na parte descendente do intestino que se encontra de tal lado. Simbolicamente a mão direita corresponde ao princípio que liberta ou dissolve e a esquerda ao que ata ou coagula.

No homem (ou microcosmo), como na natureza (ou Macrocosmo), a essência Primordial (una e trina), resulta naturalmente crucificado pelos quatro elementos, assim como pelas quatro direcções do espaço que tradicionalmente lhes correspondem:

  • O Oriente, assento de Agni e de Prana (a função respiratória), que corresponde com o fogo;
  • O Ocidente, assento dos Martus e de Apana (a função dissimulava), que corresponde ao ar;
  • O Sul, assento de Indra e de Viana (a função formativa), que corresponde com a terra;
  • O Norte, assento de Varuna e de Samana (a função assimilativa), que corresponde com a água [2].

O quaternário

Os quatro elementos dos que acabamos de falar definem e circunscrevem o reino ou domínio do Quaternário, simbolizado pelo quadrado, que naturalmente representa a quadratura de todo círculo, ou ciclo de manifestação.

Este quaternário é aquele que delimita e constitui toda a natureza, da qual os elementos constituem os princípios activos, que resultam das três qualidades (Rajas ou Enxofre, princípio de actividade, Tamas o Sal, principio de Resistência, Satva ou Mercúrio, princípio rítmico), e no que estas operam.

São estes quatro elementos, junto com os quatro pontos cardeais e as quatro dimensões e instesianas, os quatro braços de Brahma, a Divindade Criadora, e a cruz que determina faz-se, pelo seu movimento ou actividade cíclica, resvala e roda, aparecendo tal como no Zodíaco: a Roda da Fatalidade que ata os seres, na medida da sua inconsciência, ao determinismo aparentemente cego da Lei de acção e reacção; e a Roda da Fortuna, quando se fazem livres, manifestando a sua consciência e livre arbítrio.

Relacionando os elementos com as estações, podemos fazer corresponder o Ar com a Primavera, que estimula os ventos, o Fogo com o Verão, quando o sol resplandece com mais força e plenitude, a Água com o Outono, que manifesta a produtividade que caracteriza este elemento, e a Terra com o Inverno, quando a vida se retira e descansa no seio deste elemento, preparando-se para um novo ciclo de crescimento e produtividade.

No mundo moral, o Fogo corresponde naturalmente com a vontade e a imaginação; o ar com o pensamento, o juízo e a reflexão; a Água com o sentimento, a emoção e a sensação; e a Terra com a percepção, o sentido prático e a acção. O domínio do primeiro faz aos homens enérgicos, entusiastas, violentos e dominadores; o segundo os faz inteligentes, amantes do estudo e buscadores da Verdade; o terceiro elemento os faz particularmente sensitivos e impressionáveis; o quarto os fazem industriosos e laboriosos, tenazes e perseverantes. O fogo acompanha-se, além disso, com o temperamento bilioso, o ar com o temperamento sanguíneo, a água com a tendência linfática e a terra com o temperamento nervoso, aspiração para o mais nobre e elevado.

Correspondem, além disso, com os quatro elementos – o mesmo que com os quatro Vedas, os quatro Evangelhos e as quatro Verdades – os quatro animais sagrados que constituem a Cruz Zodiacal, formando a Esfinge e a Coroa dos Magos:

  • O Touro, iluminado por Aldebaran, representa a terra, fecunda e produtiva;
  • O Leão com Régulo, que representa o fogo prepotente, atrevido e voraz da paixão;
  • A Águia com Antares, indica a água exaltada como aspiração para o mais nobre e elevado;
  • O Filho do Homem, que resplandece por baixo de Altair, representando o ar que confere a consciência e o conhecimento da Verdade.

O quadrado

Assim como o triângulo é a expressão da trindade, o quadrado é a expressão do quaternário. O primeiro define e circunscreve o Mundo Divino; o segundo representa e sintetiza em si mesmo a Natureza. O mesmo Zodíaco, sínteses das influências cósmicas, pode representar-se subdividindo em triângulos o espaço compreendido entre dois quadrados, formando o conjunto a figura conhecida com o nome de “planta da nova Jerusalém”, usada pelos astrólogos medievais para os seus horóscopos.

Um quadrado foi sempre considerado com a imagem de um Templo perfeito, e com um quadrado se representa em geral o Templo de Salomão. O Templo Maçónico, imagem simbólica do Universo, é um quadrilongo estendido do Oriente ao Ocidente (ou seja, na direcção da luz) e compreendido entre o norte e o sul. Todos os templos da antiguidade, e especialmente os que na sua construção levam o selo de uma mão mestra, estão caracterizados por uma orientação semelhante.

O quadrado, é pois, depois do círculo, a mais perfeita entre as figuras planas, por ter quatro lados iguais e em perfeita esquadria uma com a outra, reproduzindo seus quatro ângulos os 360° da circunferência; por esta razão se fala da quadratura do círculo, porem não da sua triangulação. Esta perfeita rectidão de todos os seus ângulos é a que permite calcular a sua superfície pela simples multiplicação dos seus lados.

A pirâmide

A união do ternário com o quaternário realiza um perfeito quinário na pirâmide, que constitui o plano arquitectónico dos grandiosos monumentos que nos voltam a antiguidade egípcia, mudas testemunhas da Sabedoria Construtora, da que nos podemos gabar, ser como maçons, os herdeiros. Assim como o delta (ver a este propósito o “Manual do Aprendiz”) pode considerar-se como a projecção do tetraedro sobre um dos seus lados, assim também o quadrado como o ponto central, símbolo da Loja Maçónica, é analogamente a projecção de uma pirâmide de base quadrada.

Na Pirâmide vemos o ternário divino que se realiza em cada uma das suas faces, correspondentes aos quatro elementos, cada um dos quais aparece na sua triplicidade (segundo as três gunas ou qualidades de actividade, inércia e ritmo) exactamente como o Zodíaco. As quatro linhas que unem as faces, mostram as qualidades comuns aos elementos de dois em dois: masculinos e femininos, positivos e negativos; e as quatro linhas inferiores representam os quatro elementos no mesmo plano (o plano do Templo Perfeito), em correspondência com as quatro direcções cardinais.

O vértice superior indica a Quintessência, o quinto principio ou elemento, que corresponde ao Verbo Inteligente manifestado na Loja, da qual se originam os quatro e na qual desaparecem; e também o Princípio Originário do Universo, “por meio do qual todas as coisas foram feitas”.

A Loja é por consequência, com a Pirâmide, uma representação perfeita do Universo nos seus princípios ou elementos constituintes. Além disso, é o emblema de toda construção perfeita e de toda perfeita Obra Humana ou Social. Por esta razão a pedra cúbica, símbolo da perfeição em si mesma, se só fazer terminar numa pirâmide. E uma pirâmide é também o emblema de toda perfeita organização social, na qual cada membro ocupa o seu grau e o lugar que lhe corresponde, cumprindo assim com o seu dever e a sua missão na vida.

Também o triângulo deve o seu valor especial ao facto de formar parte de um quadrado. Imagem da pedra cúbica, e o plano ideal de todos os edifícios, o quadrado é, portanto, o emblema de toda realização e de toda Obra Perfeita. Os nossos “aventais” têm a forma de um quadrado; quadrangular é a Ara no centro dos nossos Templos; e a mesma Loja se representa por um quadrado com um ponto no meio, que corresponde a Ara e representa o Verbo, o elemento vital animador que caracteriza a actividade Maçónica dentro do domínio dos quatro elementos, ou seja das suas quatro direcções cardinais.

A quintessência

Este quinto elemento, superior aos quatro primeiros (a Quintessência ou mercúrio filosófico dos alquimistas) faz-nos passar do quaternário ao quinário, e do domínio da matéria ao da Vida e da Inteligência. Foi, pois, no quinto dia, ou seja, pela obra deste quinto elemento quando, segundo o Génesis, apareceram os animais sobre a terra.

Falando dos quatro elementos, os temos feito originar do mercúrio, que representa a Quintessência ou quinto elemento, por efeito da sua dupla polarização nos quatro braços da cruz; o mesmo mercúrio teve a sua origem na união do enxofre com o sal, representados pelas duas linhas vertical e horizontal que concorrem a formá-la. Este “mercúrio” (que não deve confundir-se de nenhuma maneira com o metal do mesmo nome) corresponde, por conseguinte, ao centro da Cruz, que é o ponto de intercessão dos dois Princípios ou elementos primordiais, que levam na simbologia hermética o nome do Sol e da Lua, além disso de ser o ponto de origem dos quatro elementos ordinários.

Além de ser o princípio neutro dos quatro elementos formativos da matéria e, por consequência, de toda manifestação material, o mercúrio filosófico, também representa a vida que se funde em tal elementos, alem da energia que os anima, o princípio inteligente que se expressa em dita vida e realiza no homem as suas possibilidades superiores.

Há pois que considerar cinco fases distintas na manifestação da mesma Quintessência: primeiro, a da sua origem; segundo, como origem dos quatro elementos; terceiro, a energia que os compenetra, permanecendo o centro estático equilibraste dos mesmos; quarto, a vida que os anima, e quinto, a inteligência que governa a vida orgânica e se serve da mesma para as suas possibilidades superiores.

A origem da vida

A origem da vida acha-se assim descrita no fragmento hermético conhecido com o nome de Tábua de Esmeralda:

“O Sol é o Pai, a Lua é a Mãe, o Vento o levou no seu seio, a Terra é a Nutris:

O Pai de tudo, o Telesma, esta aqui: a sua força inteira é convertida em terra”.

O Sol e a Lua, se referem respectivamente ao enxofre e ao sal, assim como as suas manifestações positivas no fogo e na água; o ar, princípio negativo do enxofre, se converte, mediante o alento, no veículo do fogo vital e da mesma vida, e finalmente a terra, assinalada pela água materna, que mantém as características do organismo e a sua individualidade, concorre a dar-lhe forma e consistência.

Enquanto ao princípio da vida (o “Pai de tudo ou “Telesma”) é o mesmo mercúrio nascido pela união do enxofre com o sal, ou seja do Sol com a Lua.

Seria difícil condensar em tão poucas palavras uma sabedoria mais profunda: os enigmas dos quais a ciência profana busca em vão a solução, se acham resolvidos desde séculos e milénios para os iniciados na compreensão da natureza intima das coisas, que dizer, para os que não se contentam com um estudo, indagação e observação puramente exterior, senão buscam a essência metafísica da aparência material ou fenoménica, e por meio da sua inteligência ingressam no Santuário da Natureza Naturante, da qual a Natureza Naturada, estudada pela ciência ordinária, é simplesmente a manifestação exterior ou visível.

(Continua)


Notas

[1] Esta relação da Verdade com a memória e do erro com o esquecimento da nossa própria natureza divina, está muito claramente ilustrada pela palavra que se usa em grego para expressar a Verdade, aletheya, literalmente “não esqueço”.

[2] Estas correspondências, segundo a tradição oriental, encontram-se no Maitrayana Brahmana Upanishad.

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