REVISTA BIBLIOT3CA

Leituras Selecionadas do Editor-Chefe J.Filardo

A Maçonaria é ainda relevante?

Irø Daniel Doron, 33°
Grande Loja de Israel

Traduzido por Rafael Rocca dos Santos

A questão de se a Maçonaria ainda é relevante em nossa sociedade em constante mutação é frequentemente colocada em fóruns maçônicos e por profanos. Isso indica que é de importância a muitos, a maioria Irmãos. Além disso, a questão é frequentemente colocada quando se discute as condições nas quais nossas Lojas estão atualmente; talvez até mesmo um desespero ante o que parece ser o futuro da Maçonaria. Na minha opinião, esse é um aspecto um tanto limitado de “relevância,” isto é, a habilidade de contribuir positivamente à solução dos problemas ou entraves defrontados pela Maçonaria e pelos Irmãos, como tais, em suas vidas diárias.

O dicionário Webster define “relevante” como:

“Etimologia: Latim medieval relevant-, do latim, particípio presente de revelare alçar. 1. Ter suporte significativo e demonstrável no assunto em questão 2. Suprir evidências tencionando provar ou desprovar qualquer assunto em debate ou sob discussão <testemunho relevante> 3. Ter relevância social 4. A qualidade ou estado de ser relevante; pertinência; aplicabilidade.”

Para os propósitos deste trabalho, eu enfatizaria as últimas duas definições. Apesar de tudo, queremos nos certificar de que o que fazemos vale nossos esforços!

Tentarei lidar com essa questão principalmente de seus aspectos morais. No entanto, seria quase impossível apresentar um tratado completo em artigo. Uma discussão completa necessita provas de toda alegação ou opinião, o que está além do escopo de minhas presentes reflexões. O que permanece é um esforço para apontar brevemente diversos ângulos possíveis de “relevância” e deixar para os leitores desenvolverem essas questões.

Quando discutindo a “relevância” em nossas vidas de sermos maçons, devemos distinguir entre quatro aspectos principais:

a.         a Maçonaria é relevante para minha vida diária?

b.         outras pessoas consideram o fato de eu ser maçom como afetando minhas atitudes e ações, o que prova sua relevância a mim?

c.         tem a Maçonaria, como uma organização, qualquer relevância às sociedades atuais, da forma que ela existe?

d.        a sociedade considera nosso corpo maçônico como relevante para resolver os problemas presentes ou futuros da sociedade humana?

No texto a seguir tentarei lidar apenas com o primeiro aspecto acima. Parece-me que aquilo que as outras pessoas pensam acerca de nós como maçons ou de nossa organização não causa dúvidas sobre nossa relevância entre irmãos. Somos nós quem temos de nos convencer de que pertencer à Maçonaria é de valor para nós como indivíduos.

A maioria de nós nos defrontamos com expressões de dúvidas ou mesmo de ridículo quanto à Maçonaria. Às vezes, podemos também duvidar da relevância de nosso Ofício Antigo à nossa célere e mudadiça sociedade. Quando usamos a frase “um peculiar sistema de moralidade,” levamos estimamos os ensinamentos morais de nosso sistema como relevantes para nossas vidas e para os julgamentos morais que temos de fazer, ou é tudo passeé? A fim de responder essas questões, devemos voltar aos nossos ancestrais, que se encontravam para espiritualizar ou moralizar, como costumavam chamar seu filosofar. Parece que nós temos de nos fazer quatro perguntas:

a.         a necessidade de socializar do homem com os outros mudou?

b.         a necessidade de sentimentos fraternais próximos deu completamente lugar à necessidade apenas de conquistas pessoais?

c.         a necessidade de se discutir ou ponderar sobre questões morais deixou de existir?

d.        todas essas mudanças necessitam de uma alteração de nossos princípios morais?

Vamos tentar examinar essas quatro questões.

a.         A necessidade do homem de socializar

Quanto à primeira pergunta, espero que você concorde comigo em que a necessidade do homem de socializar certamente não desapareceu. Os motivos podem ter mudado, talvez os propósitos para socializar com os outros servem para outros fins também, mas a necessidade real do indivíduo ainda existe. O homem continuou um animal social e, a despeito dos meios de comunicação modernos, ainda precisamos de contato humano direto.

Ao mesmo tempo, devemos entender que as implicações da ênfase de sermos uma fraternidade, de reter relações fraternais. Sem uma longa discussão de significados sociológicos, pode-se seguramente dizer que tal relacionamento é baseado em um laço emocional. Jaz na esfera das interrelações familiares e apenas pode existir quando há envolvimento pessoal. Quando encontramos um estranho pela primeira vez, todos sabemos o que sentimos assim que descobrimos que esse estranho é um Irmão. Pense em quanto logo nos abrimos um para com o outro, trocando experiências. Em minha visão, isso é uma prova da importância que vinculamos ao pertencer à nossa fraternidade antiga e ao seu sistema de princípios morais.

b.        Competitividade versus fraternidade

Sem dúvida, nas democracias modernas ocidentais vivemos em uma sociedade competitiva, uma sociedade orientada à conquista. Espero que concorde comigo em que esses aspectos de nossa vida moderna não anulam, de modo algum, nossa necessidade de socializar. A sociedade moderna fez-nos mais competitivos e com uma necessidade clara de provar a nós mesmo aquilo que fazemos. No entanto, devemos nos perguntar se conquistas pessoais se tornaram, em todos os casos, mais importantes do que o contato (emocional) pessoal. Tornou-se predominante em nossas atividades diárias, sobrepassando todo o resto? Em minha visão, a resposta é: NÃO. Ainda temos a necessidade de nosso lugar.

Ao mesmo tempo, devemos entender que quando usamos o termo “Irmão” queremos dizer uma ligação emocional, típica de grupos pequenos como nossa célula familiar. Sem investigar exaustivamente as teorias sociológicas acerca de grupos pequenos[1], espero estar sendo claro a todos, por suas experiências pessoais, que, em tais grupos sociais pequenos, forças aumentando a coesão são entendidas como legítimas e devem ser reforçadas, enquanto que a competição dentro de tal grupo pequeno é considerada ilegítima e é fortemente censurada. Não só é considerada ilegítima, mas também origina antagonismos emocionais muito fortes. Segue que, tão logo haja duras competições entre irmãos dentro de uma Loja, elas originarão reações emocionais muito fortes. Pode-se reduzir uma Loja a migalhas. Uma caracterítica típica de grupos pequenos é que eles são monolíticos e não permitem diversidade. Em oposição a isso, nossa sociedade moderna é baseada na diversidade. Por que motivo pregamos tolêrancia e moderação? Certamente esperamos que os irmãos deixem seus antagonismos do lado de fora das portas da Loja, para que se conserve a harmonia.

Do que eu acabei de dizer devemos perceber que aí existe uma tensão inerente entre nossa competitividade e nosso comportamento orientado à conquista fora da Loja e o envolvimento fraterno entre nós como Irmãos na Loja e como maçons. No mais, ela pode indicar porquê competições dentro de nossas Lojas frequentemente originam tensões fortes e porquê é oposta ao que consideramos relações fraternas.

c.         A necessidade de se discutir assuntos gerais

Apesar de nos comprometermos não discutir política e religião (fé) nas Lojas, parece-me que a troca de visões acerca de questões morais é ainda uma necessidade do homem moderno. Pode até ser uma das atrações da Maçonaria. Moralizar, como nossos ancestrais o fizeram.

O que parece a mim ser de extrema importância é que entramos em uma Loja, e na Maçonaria, para satisfazer outras necessidades. Um neófito Iniciado geralmente sente que ele tem oportunidades suficientes para competir fora da Maçonaria e da Loja. Parece que quando tudo é dito e feito, depois de cuidarmos de nossas necessidades materiais, depois de garantirmos todas as nossas necessidade pessoais e familiares, ainda precisamos satisfazer nossas necessidades sociais e espirituais. É isso que temos como objetivo atingir nos tornando irmãos desse laço místico. Tornando-nos Maçons.

Em minha visão, um dos fatores influenciando a força ou a fraqueza da Maçonaria hoje é nossa percepção de que devemos satisfazer essa necessidade ou fazer perder o interesse de muitos Irmãos jovens. Aqueles que vêm buscando relações intelectuais – pelo menos como fator adicional – desapontar-se-ão e logo saem. Esse é o motivo pelo qual considero satifazer as necessidades intelectuais como uma parte importante de nossas Lojas.

d.        Devemos mudar nossos princípios de moralidade?

Vamos nos voltar à questão de princípios morais e se eles, também, mudam rapidamente no ritmo em que sociedade moderna muda. Começemos concordando que não apenas a sociedade humana muda ao longo do tempo, mas que o grau de mudança aumentou imensamente, criando novas condições e novos problemas. A situação a qual chamamos de “A Vila Global,” com seus meios modernos de comunicação, sem dúvida mudou muitos aspectos de nossa vida. Entretanto, espero que concorde comigo em que os princípios básicos de moralidade permaneceram inalterados, mesmo que suas utilizações possam ter mudado ao longo do tempo.

Consideremos dois exemplos. A questão da igualdade é o primeiro princípio que vem à minha mente. No século XVIII, “todos os homens nascem iguais” significava apenas a nobreza. Então se incluiu a burguesia e finalmente todos os homens foram incluídos, apesar de mulheres não serem consideradas “iguais”: foram as últimas a ser incluídas.

É mais provável que nós fomos os originadores do direito à auto-determinação, que se tornou lentamente aplicável aos direitos nacionais no século XIX e seguinte, e o direito das nações influenciaram a questão das minorias e de seus direitos. Como podemos ver, o princípio começou aplicável apenas a uma parte da sociedade e lentamente se ampliou para englobar todos os seres humanos.

Esses são apenas dois exemplos. O princípio da igualdade fora discutido em Lojas maçônicas e adotado por reformistas sociais. Começou com a igualdade de direitos (políticos e judiciais), mas é agora aplicado como igualdade de oportunidades a todos, sem considerar raça, religião e sexo. A idéia do estado de bem-estar social é uma descendente direta dos princípios morais adotados primeiramente por maçons. Agora, como maçons que se “encontram no nível,” acreditamos que ele se aplica apenas a nossos irmãos, ou aceitamos a aplicabilidade mais abrangente do princípio da igualdade? Como maçons, temos algo a dizer sobre a desigualdade na sociedade fora de nossa Loja? Temos o que dizer sobre abusos dos direitos da minoria? Isso não é relevante para nós como cidadãos?

Espero que concordem comigo em que o que acabamos de dizer significa que a necessidade de se discutir questões morais com os outros permaneceu inalterada. Eu dou um passo mais além e digo que há uma necessidade de se avaliar constantemente os princípios de si mesmo e os ajustar quando necessário para novas situações. Em outras palavras: quando falamos do princípio do governo da maioria, também predominante na Maçonaria, estamos na verdade discutindo princípios morais maçônicos que tipificam qualquer sistema democrático de vida. É a necessidade constante de um cidadão democrático conferir os limites de sua liberdade contra aqueles do seu próximo; os direitos dele contra aqueles de outros; os limites que devem ser colocados sob o governo da maioria. Então, também aqui, devemos concluir que os princípios de nosso “peculiar sistema de moralidade” ainda são válidos como o eram há décadas. Nosso sistema é “peculiar” no modo pelo qual é ensinado através de símbolos e alegorias. Essa é a única peculiaridade de nosso sistema.

Então, a Maçonaria ainda é relevante?

O que tudo o escrito acima tem com a Maçonaria? Tudo! A Maçonaria é um sistema de moralidade que nos ajuda a nos reformar de acordo com princípios morais ideais. Fazer o que Sócrates chamou de “viver a boa vida,” significando: a única vida que vale ser vivida, uma vida de acordo com os princípios morais de si mesmo. Temos todos sucesso? Certamente não! Sendo seres humanos normais – pelo menos espero que sejamos -, temos nossas fraquezas humanas. Nem sempre conseguimos o que esperamos, mas ao menos nos empreendemos a tentar chegar o mais próximo a esse objetivo. Não é melhor assim, mesmo se somente um pouco?

É interessante que a Maçonaria floresce em sociedades na quais homens têm crenças arraigadas e um senso de compromisso. Uma atmosfera na qual alguém tem como seu dever lutar pelas causas nas quais ele acredita. A Maçonaria não pode florescer em uma sociedade na qual haja uma atmosfera de apatia devido à visão de que nada pode ser feito para alterar injustiças, nem da qual o homem se sinta alienado.

Deve-se talvez perceber que novos movimentos de extremistas políticos e religiosos, de fundamentalismo, têm crescido por todo o globo e estão tentando obter supremacia. O que nós, como maçons, temos a dizer sobre isso, baseado em nossos princípios morais?

Preciso dizer mais? Parece-me que em toda sociedade moderna a Maçonaria pode contribuir para uma melhor atmosfera social e uma maior sensibilidade às necessidades de todos os membros dessa sociedade. Especialmente os fracos e os necessitados. Como maçons, devemos nos orgulhar disso.

Como organização, nós nos abstemos de nos envolver em assuntos políticos e religiosos, mas maçons – como pessoas físicas – são parte de uma fraternidade internacional de homens que expressaram seu compromisso com certos princípios morais e com sempre os conservar, de homens que poderiam influenciar a sociedade dando bons exemplos. Não pregamos nem damos publicidade a nossas contribuições. Por outro lado, empreendemo-nos em nos certificar e re-certificar constantemente, e tentar ser dignos do título “homo sapience.” Estamos prontos para ser – ao menos em parte do tempo – mais atenciosos com os outros e mais críticos de nós mesmos, e não dos outros? Nossa própria vida se tornará mais rica como resultado de sermos maçons em ações e em pensamentos?

Bem, deixo para que cada um de vocês reflita sobre isso.

 


[1] Ver qualquer livro sobre pequenos grupos sociais, em particular as obras de Emile Durkheim.

 

7 comentários em “A Maçonaria é ainda relevante?

  1. SOBRE O AUTOR: OICED MOCAM …Depoimento!

    O pseudônimo do escritor, Schroeter, Décio (Schröeder nas origens alemãs prussianas do passado, e Moses entre “colunas”) e anagrama de Décio Maçom, nascido em 1948 na cidade de Santa Cruz do Sul/RS.
    Sua carreira maçônica principiou com a iniciação (o primeiro passo em um caminho que teve a pretensão de levar o iniciado a uma sabedoria de grau superior) nos Augustos Mistérios da Maçonaria na Loja Maçônica (Loja Mãe) “Centenária Benemérita Augusta e Respeitável Loja Simbólica “LUZ E ORDEM” nº 09 Oriente de Porto Alegre filiada a Grande Loja do Rio Grande do Sul (7587.09), no mês de novembro de 1880 com 32 anos e como padrinho o diamante e saudoso Ir.: e Mestre Waldir Ignácio Machado.
    Após os graus de Aprendiz e Companheiro Maçom foi elevado ao grau de Mestre Maçom em junho de 1988 (7587.75). Nesse período participei da Sublime Instituição também ativamente nas lojas do Oriente de Campinas/SP e Cachoeira do Sul/RS, que me possibilitou uma experiência fabulosa de aperfeiçoar e conhecer melhor o sentido da vida. Meu QUITE PLACET de licenciamento foi concedido em 27 de abril de 1993. Irreligioso a partir de 2003 e “pedreiro anarquista” nos últimos anos.
    Alega-se que em Maçonaria tem-se a obrigação de buscar a verdade e de usar a franqueza (com humildade e moderação), ainda que as verdades doam em quem as ouve. Demorei muito tempo em minha vida para me libertar da ideologia das religiões judaico-cristãs.
    Aristóteles afirma:
    “Pelo estudo das coisas visíveis pode chegar-se a verdade”.

    É verdade que todos os ateus são diferentes, mas acho que muitos deles como livres pensadores e humanistas seculares modernos na busca da verdade espiritual compartilham meus valores humanos.
    Agradecido pelo privilégio de ter estado entre gentis ‘irmãos’ Homens de Bons Costumes e tudo de bom que me foi deixado aperfeiçoar e aprender nesta nobre instituição iniciática e eclética. Quando ativo participante ouvi muito, falei pouco mas conversei com irmãos bem informados, observei bastante, pesquisei, li muitos jornais e livros maçônicos, tudo o que pude e sempre tirei algum ensinamento para a minha vida maçônica ou profana.
    Familiarizei me com a história da Maçonaria, investiguei a sua origem e seu formato atual. Explorei o sentido oculto dos seus símbolos e absorvi a interpretação. Conheci instrumentos de trabalho, como o malhete, o bastão, as espadas, o esquadro, o compasso, a régua, o maço e o cinzel, a bolsa de PProp∴ e Inf∴, a Bolsa de Beneficência, documentos e o próprio Pavilhão Nacional. Alguns até comuns da vida profana, mas que através do ensinamento maçônico, cada um com seu significado, transformam-se em verdadeiras ferramentas de vida, de coragem, de esperança, de trabalho. Aprendi palavras novas e com meu avental aprendi que esta é a mais honrosa insígnia do maçom, emblemático do trabalho e indica que sempre temos que ser ativos e laboriosos na construção de um mundo melhor. Aprendi que a caridade do maçom não tem limites, mas esse deve sempre agir com os ditames da prudência. Compreendi que a maior caridade é a que fazemos para nós mesmos, cuidando de nossa mente e de nossa família, renovando constantemente nossos pensamentos, simplesmente dizendo a si mesmo que não quer pensar erradamente, procurando eliminar as impurezas mentais, substituindo-as pelas nossas potencialidades mais sublimes, nossas virtudes. Tive a enorme satisfação de haver contribuído, mesmo em pequena parcela, para a obra moral e grandiosa levada a efeito pelos irmãos da Maçonaria.
    Meus amigos, sabeis que a vossa desgraça é a minha desgraça, a vossa alegria é a minha alegria, não importa a hora e o momento. Enquanto eu possuir forças, mesmo como observador “adormecido” e testemunha podeis contar com minhas mãos para ampará-los e com minhas palavras e fidelidade para apoiá-los. Sois meus irmãos e assim vos reconheço, até o fim dos tempos. Que cada um, seja todos, seja união, sendo união será somente luz. Com um bom coração, sem dúvida pode-se ser um Homem Livre pensando por si, Livre Pensador (pesquisar, analisar, estudar, refletir, debater, questionar, duvidar e concluir racionalmente…) e de Bons Costumes para quebrar paradigmas, trabalhar para fazer a diferença e contribuir para um mundo melhor, mais justo e perfeito.
    Acredito que a Maçonaria redespertará, e que num futuro bem mais próximo do que imaginamos tudo mudará para termos mais livres pensadores. E esse fator manterá sua unidade simbólica e espiritual perene.
    Obrigado, pelo privilégio de como eterno aprendiz poder colocar três pontos (nada a ver com a Santíssima Trindade mas com a permanente lembrança dos compromissos assumidos: sentir, pensar e agir; vontade, sabedoria e inteligência; Liberdade, Igualdade, Fraternidade… no final de minha assinatura.

    Um Tríplice e Fraternal Abraço a todos os Irmãos,

    (consultorcomercial@gmail.com)

  2. O QUE SE OBTÉM SENDO MAÇOM?
    O mundo moderno exige homens cada vez mais preparados e informados. E o verdadeiro maçom é incentivado a ser um livre-pensador, num constante exercício da liberdade.
    A Maçonaria é um verdadeiro centro de estudos e pesquisas. Incentiva cultivar o hábito da leitura para enriquecer em conhecimento, ajudar de forma consciente todos aqueles que estão a minha volta.
    Não estou afirmando que o maçom deva ser necessariamente um intelectual, um filósofo ou um cientista. Não é isso que objetivam os estudos maçônicos, mas sim algo maior, mais profundo e vital,
    pois que é por meio desses estudos que a sua consciência se ampliará. Além da enorme satisfação haver sido escolhido, contribui, mesmo em pequena parcela, para a obra moral e grandiosa levada
    e feita por homens virtuosos.
    A Maçonaria é uma ordem realmente interessante, e há muito em
    busca da verdade à luz da razão que podemos aprender com eles nos seus conhecimentos e seus ensinamentos. Para aqueles que levam com responsabilidade o estudo e a prática, o sucesso em algum setor da vida será infalível. Combater a ignorância, ser bom, justo, generoso com o próximo, ter uma apresentação moral, cívica, social e familiar, sem falhas ou deslize de qualquer espécie. O objetivo ser feliz e não é ser melhor que os outros. O objetivo é aperfeiçoar e evoluir e ser melhor do que foi ontem. O maçom não propõe que os outros mudem para que ele seja feliz, procura mudar o possível em si para que todos sejam felizes. Esta é a essência do ensinamento maçônico. É próprio da tradição maçônica o reconhecimento pelos Irmãos. Este é o salário do Obreiro da Arte Real: o reconhecimento. Não há outro salário na Maçonaria. Para o Maçom é gratificante a satisfação da missão cumprida e de ser reconhecido por isso.

  3. É notório que os valores que edificaram (e edificam) a sociedade (falo em civilização humana )estão em franca decadência.Tal constatação já foi feita através de pensadores como Heidegger e Konrad Lorenz .
    Como a Maçonaria está incluída na Civilização,pois é produto da sofisticação própria que uma civilização pode construir,bem como,pretende ser um receptáculo das tradições mais elevadas da Civilização Humana, sofre também a Maçonaria os reveses da Modernidade Líquida, conceito tratato pelo sociólogo polonês – que diz que sofremos um desmantelamento das estruturas fundantes da sociedade. Trocou-se o sólido,pelo efêmero e que desmancha no ar. Vivemos tempos difíceis em que a Civilização sofre com essa interrupção nos elos que fundamentam a sociedade.Por este motivo se questiona se a Maçonaria é ou não relevante. Pergunto : a arte é relevante? E a ciência? A nossa cultura e tudo o que representa é relevante? Não há necessidade de se especular quais respostas daremos a essa pergunta.
    Resta saber qual o desfecho pra todas as mudanças que estão ocorrendo no mundo.Se sobrevive a Civilização ou a barbárie que ditará nossos próximos passos ?A História é pródiga em exemplos…

    1. Amigo Silvio. Concordo em parte, mas lembro que a humanidade está vivendo o melhor momento da sua História. Realizei uma ampla pesquisa para acrescentar mais informações e lembrando que o MELHOR DA HUMANIDADE ESTÁ POR VIR!
      “A humanidade só saiu da barbárie mental primitiva quando se evadiu do caos das suas velhas lendas e não temeu mais o poder dos taumaturgos, dos oráculos e dos feiticeiros. Os ocultistas de todos os séculos não descobriram nenhuma verdade ignorada, ao passo que os métodos científicos fizeram surgir do nada um mundo de maravilhas. Abandonemos às imaginações mórbidas essa legião de larvas, de espíritos, de fantasmas e de filhos da noite e que, no futuro, uma luz suficiente os dissipe para sempre”. (Gustave Le Bon)

      A história do ser humano é, de certa forma, uma história de seu relacionamento com tecnologias que evoluíram em conjunto. Desde o surgimento e desenvolvimento da humanidade, a tecnologia se fez presente para melhorar a vida. As dificuldades no transporte de grãos foram facilmente vencidas com ajuda de animais e de carroças com rodas, caminhões, ferrovias e portos. O motor a combustão foi essencial para a revolução industrial, marco de uma era de produção em larga escala e da multiplicação do esforço humano. Mas, as mudanças do mundo acabaram com muitas atividades, com tantos meios de subsistência, com formas de viver. O mundo está sempre mudando rapidamente inclusive durante os mil anos de duração da Idade da Média. Não há muito que fazer a respeito. Estamos bem melhor do que há 100, há 500 e há 1000 anos. Estamos vivendo no melhor período da história e por incrível que pareça o mais seguro.

      A globalização é irreversível e o capitalismo, com a sua flexibilidade e capacidade de adaptação, é invencível e tem sido benéfica para os pobres. A qualidade de vida aumentou e a saúde, a longevidade e a educação estão muito mais acessíveis do que antes. Hoje metade dos adultos no mundo possuem celulares, smartphones que são geradores de informação e riqueza. Lutar contra a mudança, em vez de compreendê-la, não é teimosia: é obscurantismo. Existe uma outra forma de mudar o mundo, que é superando o desconhecimento e a nossa tendência à ilusão. Podemos alterar a nossa condição de espectador ludibriado para agente consciente. Se nos unirmos com conhecimento, esperança e determinação, nós realmente PODEMOS transformar, fazer a diferença e MUDAR O MUNDO! Experimentos agrícolas (biotecnologia), engenharia genética, mais ganhos de produtividade, engenharia biológica, medicina regenerativa, crescimento de novos membros, pesquisas com células tronco e com transgênicos (com seus prós e contras), bem como os movimentos naturais da sociedade e da economia fazem com que o mundo mude. Agronegócio já adotou em algumas fazendas de soja brasileiras, chips enterrados no solo que enviam, em tempo real, dados sobre a salinidade, umidade do solo e nutrição para um programa que comanda as máquinas responsáveis pela quantidade de água necessária para a irrigação ou aplicação de fertilizantes. Esse conjunto de técnicas, onde até satélites ajudam na condução de máquinas é conhecido como agricultura de precisão, que permite rotação de culturas e uma produtividade mais elevada. A tecnologia permite o uso de robôs em ordenhas nas propriedades leiteiras. Um software, gera relatórios em tempo real sobre a produtividade e a saúde dos animais. Somos fundamentalmente feitos de informações.
      Um dos grandes avanços na área da saúde está na “reprogramação” de células adultas. Com esta conquista, os cientistas conseguiram transformar células de pele ou sangue nas chamadas “células pluripotentes” que possuem o potencial de se tornar qualquer tipo de célula existente no organismo. Tal descoberta é um grande passo para o tratamento de doenças raras, pois os cientistas já estão utilizando a técnica na produção de linhas de células voltadas a determinados pacientes. Além disso, outros genes são capazes de transformar as células da pele em neurônios ou até mesmo em células de sangue. Outro grande objetivo desse tipo de técnica está em poder auxiliar transplantes, criando e substituindo tecidos, células e órgãos.
      (Fonte com biografia em inglês sobre REPROGRAMMING CELLS, acessada em dezembro de 2017:http://www.sciencemag.org/site/special/insights2010/).
      segue II Parte:…

    2. Olhemos para a história.

      No século XII, um camponês europeu não vivia muito. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais e podem ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor. Em 1880, a expectativa de vida era de 37 anos. A partir do final do século XIX, passamos a viver cada vez mais, e a média de vida cresce a cada década. Por curar muitas doenças que antes eram fatais, a medicina fez que não apenas a população aumentasse, mas, também, a expectativa de vida.
      As melhoras na saúde entre os pobres nas últimas décadas se classificam entre os maiores avanços na história humana. A população mundial está se tornando cada vez mais longeva graças aos avanços na genética e inteligência artificial. A Europa é um imenso continente de idosos (e um problema contábil para os governantes por não conseguirem remunerar dignamente os aposentados).
      Em 2020, os cegos voltarão a enxergar por meio de olhos biônicos. Cirurgias comandadas à distância, e feitas por robôs, com maior precisão e menores perdas de sangue; impressoras 3D que fabricam órgãos à medida do paciente, usando células vivas para construir um fígado ou um coração. Uma ciência que já começa a dar resultados em laboratórios espalhados pelo mundo e que assenta na extração e armazenamento de células estaminais, que podem ser colhidas na pele ou no sangue, multiplicadas em laboratório, e condicionadas a diferenciarem-se em tecidos da córnea ou do rim.

      Na engenharia cibernética, homem-máquina, espera-se que os exoesqueletos – corpos robóticos – ajudem a devolver o movimento a pessoas parcialmente paralisadas, aumentando o controle motor e recriando a sensação natural, permitindo a comunicação entre a prótese e o cérebro, através de circuitos integrados.

      A fábrica da Fiat em Betim (MG/Brasil) avança na corrida para se enquadrar no conceito da indústria 4.0. Entre vários processos adotados, introduziu na linha de montagem exoesqueletos importados que, acoplados ao corpo, às costas e às pernas do funcionário reduzem o desgaste físico e ajudam a melhorar a produtividade. Inédita na América Latina, a solução foi introduzida no fim de 2017. Quem exerce funções que podem prejudicar músculos das pernas, braços, ombros e coluna usa a vestimenta robótica que absorve peso e esforço, reduzindo o cansaço.

      Os amputados terão pernas e mãos artificiais, biônicas, olhos artificiais que reagirão ao comando direto do cérebro. A reconstrução total do corpo humano (em 2045), com “nanorrobôs” (chips inteligentes de escala infinitesimal) capazes de substituir neurônios e células, destruindo infecções, revertendo doenças degenerativas e reescrevendo códigos genéticos nanorrobôs não maiores que um glóbulo, invisíveis a olho nu, viajarão no nosso organismo, combatendo as enfermidades e fazendo micro cirurgias internas. Até agora tratamos das deformidades que a doença causa, mas vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos nenhum neuro-cirugião vai precisar abrir a cabeça.
      Genes que não nos interessam como os que levam à obesidade ou a doenças degenerativas serão silenciados, enquanto que outros serão reprogramados e ativados. Implantes no cérebro já permitem readquirir a audição para uma vida mais conveniente.

      QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

      Com a chamada 4ª Revolução Industrial não será diferente, ou melhor, será: a transformação deverá ser mais radical. Por ora ela é apenas um rostinho bonito estampado em reportagens e documentários sobre o futuro. Até que vire nossas vidas de cabeça pra baixo.

      De acordo com Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial (FEM): Klaus esteve no centro dos assuntos globais por mais de 40 anos. Após observar em primeira mão como os líderes mundiais navegaram pela revolução digital, Schwab está convencido de que estamos no início de um período ainda mais emocionante e desafiador. Autor do livro “A Quarta Revolução Industrial”, (Editora Edipro, 2016) esse movimento será mais intenso do que os anteriores em virtude de seu alcance, velocidade e impacto. É algo fabricado por nós mesmos e está sob nosso controle. Em vez de nascer como desdobramento evolutivo do que está aí, romperá paradigmas pela convergência de várias tecnologias que, isoladamente, já são altamente disruptivas. Big data, equipamentos com Inteligência Artificial, Internet das Coisas, nanotecnologia, biotecnologia, automação, robôs, algoritmos e impressão em 3-D serão combinadas em inúmeras aplicações e farão parte do dia a dia (e até do nosso corpo) tanto quanto um smartphone. Sapatos poderão ser produzidos por 3D.

      A Quarta Revolução Industrial é diferente de tudo o que a humanidade já experimentou. Está baseada na digitalização, automação e robotização das fábricas e dos processos produtivos para aumentar a eficiência, baratear custos e derrubar fronteiras. Novas tecnologias estão fundindo o mundo físico, a ferramenta digital com softwares e aplicativos relacionadas à tecnologia e à computação, e biológica de forma a criar grandes promessas e possíveis perigos. A velocidade, a amplitude e a profundidade dessa revolução estão nos forçando a repensar como os países se desenvolvem, como as organizações criam valor e o que significa ser humano.

      “Uma máquina pode fazer o trabalho de cinquenta pessoas comuns. Nenhuma máquina pode fazer o trabalho de uma pessoa extraordinária”.
      (Elbert Hubbard-Filósofo norte-americano)

      O Japão não é estranho a lidar com recursos limitados – incluindo o trabalho – e tem sido historicamente um líder em desenvolvimento tecnológico. Automação e robótica, para substituir ou melhorar o trabalho humano, são conceitos familiares na sociedade japonesa. As empresas japonesas têm tradicionalmente estado na vanguarda da tecnologia robótica. Empresas como a FANUC, a Kawasaki Heavy Industries, a Sony e a Yaskawa Electric Corporation lideraram o caminho no desenvolvimento robótico durante a ascensão econômica do Japão. A automação e a integração da tecnologia robótica na produção industrial também têm sido parte integrante do sucesso econômico do Japão no pós-guerra. A Kawasaki Robotics iniciou a produção comercial de robôs industriais há mais de 40 anos. Cerca de 700.000 robôs industriais foram usados em todo o mundo em 1995, 500.000 deles no Japão. (Fonte acessada em 15/06/2018: http://www.imf.org/external/pubs/ft/fandd/2018/06/japan-labor-force-artificial-intelligence-and-robots/schneider.htm)

      Mais lazer, qualidade de vida, produtividade e sustentabilidade são promessas dessa nova era. Maior desemprego e desigualdade social serão seus efeitos indesejáveis.
      Entusiastas da saúde investem na coleta de dados sobre si mesmos para fazer análises e identificar tendências, mas foi apenas nos últimos anos, com a proliferação de smartphones, aplicativos de quantificação pessoal e alguns aparelhos dedicados, que a coisa realmente tomou corpo e virou uma espécie de movimento organizado como o Quantified Self. Relógios e pulseiras inteligentes utilizam Apps e dispositivos móveis para coletar, acompanhar e analisar informações e aspectos da vida diária visando o auto-conhecimento. Dieta, finanças, humor, atividade física, frequência cardíaca, qualidade do sono, nível de estresse, temperatura corpórea, atividade cardíaca, são apenas algumas atividades do dia-a-dia acompanhadas pela inteligência artificial acessível por meio de aplicativos.
      A tecnologia vai enganar a morte: “A criogenia humana (técnica de manter corpos congelados durante longo tempo) e o transplante da mente humana poderão conduzir as pessoas a superar, pela primeira vez na história, as fronteiras da morte”, sugere Mario René Schweriner o professor e coordenador do curso de ciências sociais e consumo da ESPM. (Fonte acessada em 08/02/2019 em: https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-o-futuro/Desenvolvimento/noticia/2016/07/como-sera-nosso-futuro-proximo.html).

    3. UM MUNDO MELHOR.

      O psicólogo canadense Steven Pinker (ver tambem o último livro do autor: Iluminismo…) narra em seu livro Os Anjos Bons da Nossa Natureza: Por que a violência diminuiu:

      “O mundo vem experimentando um declínio da violência a longo prazo. De modo geral, somos muitos melhores com relação aos outros hoje do que costumávamos ser. Nos Estados Unidos, por exemplo, há muito menos racismo e sexismo do que havia 50 anos atrás, e temos uma aceitação muito maior das minorias sexuais”. (Ed. Companhia das Letras).

      A constatação de que a taxa de homicídios em países europeus caiu entre 90% e 98% desde a Idade Média, por exemplo, acaba sendo ofuscada pelo fato de que o continente passou pelo maior genocídio de sua história há menos de um século. Como teste de sanidade, o autor se respalda nas mais completas fontes de informação disponíveis para enxergar o processo de pacificação. O livro acima cobre toda a escala de tempo da história humana, analisa os diferentes períodos históricos em que a pacificação progrediu baseando-se em levantamentos de dados em arqueologia, estatísticas de criminalidade, contagens de baixas em guerras e outras formas de registro da violência. Numa empreitada multidisciplinar que envolve história, ciências sociais e psicologia, o autor constrói uma teoria robusta e coerente, que já constitui referência fundamental sobre o assunto.

      No futuro, a força dos grupos terroristas não virá da disposição de morrer por uma causa, e sim do domínio tecnológico que eles possuírem. Essa é a previsão segundo o Google (deus).

      O mundo parece estar melhor, e o futuro será de mais solidariedade, compreensão e aceitação das diferenças. No futuro singular dos humanos, as velhas certezas, como a morte, passarão a ser relativas. Se aceitarmos a responsabilidade coletiva para a criação de um futuro em que a inovação e a tecnologia servem às pessoas, elevaremos a humanidade a novos níveis de consciência MORAL.

      Enfim, O MELHOR DA HUMANIDADE ESTÁ POR VIR.
      O conhecimento pode mudar o mundo. Em realidade é isso mesmo. O conhecimento e o progresso é poder e pode alterar o curso da humanidade. Muito mais que os discursos de religiosos que se estendem por séculos sem resultado algum. Conhecimento e razão trazem um poder que é mais forte do que a lealdade O conhecimento é mais forte do que fé.
      As pessoas podem não gostar ou discordar das nossas verdades ou princípios, mas se quisermos, o ideal é termos outro ideal no bolso das calças. Ou deveremos ter um monte deles de reserva para ofertar ao prezado público.
      Dizem os filósofos que o maior dever do homem na Terra é buscar a felicidade. E eu refuto os filósofos. Eu penso que:
      “Não, pois se vocês mesmos nos ensinaram que a felicidade é efêmera e não existe permanentemente, então não é a busca da felicidade a maior meta do homem na Terra”.

      A maior meta do homem na Terra, filósofos permitam-me que eu ouse discordar de vós, é a busca possível, isto é, de sermos menos infeliz. Isto é, nós temos na Terra o dever de ser menos infelizes, e não de sermos sempre felizes.

  4. Estas questões são absolutamente pertinentes e individualizam-se, agravando, de forma regionalizada. Descaracterizamos-nos !

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