S.’. G.’. L.’. S.’. I.’. D.’. I.’.
Serenissima Gran Loggia Scozzese Indipendente d’Italia
Discendenza Via Montenapoleone – Pal. Melzi
Celebração do solstício de inverno de 2014
Oração oficial do Ir.´. Diego Sardone
da R. ‘. L. ‘. N “Sophia perennis” no. 13 do Or. ‘. de Cosenza
Cosenza, 15º. dia do 10º. mês do A. ‘. V. ‘. L.’. 6014
Oração Oficial
Os antigos romanos, aqueles nossos antepassados que haviam eleito a Urbe como o centro de sua vida social e política, mas sobretudo religiosa, usando o dia do solstício de inverno, o utilizavam para celebrar a festa do “Dies Natalis Solis Invicti”, recorrência cíclica ligada ao fenômeno da alternância das estações que levam à diminuição ou aumento da duração do curso do sol sobre o nosso horizonte boreal.
O sol, divinizado, vinha supostamente em vida minguante, do solstício de verão até o inverno, e em vida ressurgente do solstício de inverno para o verão, para o qual o episódio invernal de duração mínima do dia assinalava o momento do nascimento, ou re-nascimento, do luminar diurno, fonte de calor, de bem estar, de vida.
Decaída a civilização romana, suplantou o império da Urbe da era cristã, o festival celebrando o nascimento do Sol foi substituído pela festa do nascimento de Jesus.
O inesperado renascimento do interesse geral pela manifestação humana de Cristo repete as perguntas habituais, agora velhas de vinte séculos, a personagem histórica de Jesus.
Se, na ideia dos cristãos, Cristo, (o puro = o santo = o ungido) é simplesmente outro nome para Jesus, para a Gnose, no entanto, identifica-se na primeira emanação da Divindade invisível, que se manifesta, primordialmente, como Puro Espírito.
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