Tradução J. Filardo
Por Ferenc SEBÖK
De acordo com Ambelain, autor do “Simbolismo das ferramentas na Arte Real”, a Rosa-Cruz teria penetrado nas lojas maçônicas nos séculos 17 e 18 e teria lá introduzido o hermetismo e a alquimia.
“Esta fórmula nos convida a nos aproximarmos do pensamento dos alquimistas. A alquimia irriga a tradição maçônica e sua abordagem permite libertar-se de certas ideias recebidas que impedem o pensamento. A alquimia também tem sido considerada como um conjunto de técnicas artesanais pré-químicas que têm por objeto a composição de corantes, a fabricação sintética de gemas e metais preciosos.
No século 19, Marcelin Berthelot, que foi o primeiro a realizar a publicação e tradução de coleções de manuscritos, viu nas operações alquímicas apenas experimentos químicos cujo objetivo era a busca pela síntese de ouro. “Os alquimistas tinham a intuição da unidade da matéria”.
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Esoterismo e Alquimia na Maçonaria
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