Bibliot3cário

Por Ivan A. Pinheiro e Lucas V. Dutra

Collection of historical Masonic regalia, including embroidered symbols, hand tools, and framed sketches on a table.
Recentemente o primeiro autor compartilhou, via WhatsApp, um texto, também de opinião, gentilmente veiculado por 2 (dois) grandes blogs de circulação nacional: https://bibliot3ca.com/2026/02/12/um-evento-alvissareiro-texto-de-opiniao/ e https://www.maconariacomexcelencia.com/post/um-evento-alvissareiro-texto-de-opiniao. O tema abordado, o debate público entre Irmãos de Ordem, em que pese a relevância da matéria-objeto (criacionismo vs evolucionismo), não teria merecido maior atenção não fosse esta prática uma singularidade na Maçonaria brasileira, caracterizada pelo insulamento das iniciativas, algo que já pode ser considerado um traço atávico; portanto, se não houver mudanças, os subsequentes seguirão os passos dos antecedentes. Paralelamente ao insulamento, o constrangimento à crítica, seja como agente promotor ou receptor. Daí que se seguem, entre outros, os seguintes questionamentos: qual a origem desses elementos incrustados na “cultura local”, bem como por que se mantêm ao longo dos anos[3]? O próprio texto sugere algumas hipóteses, como a falta de incentivos, dos e para os agentes do ecossistema, no topo, as Potências maçônicas. A propósito, para os que não têm, mais proximamente, acompanhado o assunto, o debate já teve réplica-tréplica e ora se cogita a publicação de uma brochura com as reflexões dos debatedores, o que salienta a riqueza e os ganhos disseminados a partir dessas iniciativas.

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