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Depois de estabelecer, no artigo anterior, as bases da meditação, é útil aprofundar a postura e, especialmente, a atitude interior que a acompanha.

Meditar não é apenas “manter bem o corpo”, mesmo que uma coluna ereta, o pescoço e a cabeça na extensão, a respiração natural e os olhos semicerrados voltados para o chão a cerca de 45° constituam uma estrutura favorável. Na verdade, trata-se de se estabelecer em uma disponibilidade global: escanear o próprio corpo, identificar áreas de tensão, liberá-las sem forçar, manter os cinco sentidos abertos a sons, formas, cores, cheiros, sabores e contatos, como tantas nuvens que cruzam o espaço interior sem que nos agarremos a elas.

Da mesma forma, pensamentos, memórias, ideias, sensações agradáveis ou desagradáveis, emoções que surgem são bem-vindas como fenômenos passageiros: as vemos chegando, deixamos que passem, sem julgá-las, sem nelas colar um rótulo.


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