
Sábado, 20 de Outubro de 2012 – no Grande Oriente de São Paulo ocorreu um evento importantíssimo. Ele marca a transformação do Grande Oriente em Grande Loja e talvez seja o primeiro passo para a unificação de todas as ordens maçônicas e de cavalaria do Brasil sob um só Grão Mestre.
Nessa data ocorreu a primeira assembléia do Colégio de Veneráveis da Grande Loja do Brasil, atualmente conhecida como GOB (mas que não continuará com esse nome por muito tempo…) Dessa forma, lançada a primeira pedra para a dissolução das Assembléias Legislativas eleitas democraticamente, e dada a largada para a subversão do modelo democrático tradicional do GOB.
Portanto, marquem bem esta data que, juntamente com a mudança ocorrida em 1927 (com a ação do Renegado) representa um marco na história da maçonaria brasileira. Naquele momento, a maçonaria, tal qual Hiram Abif foi fulminada por um golpe de malhete.
O próximo passo, após a dissolução da Pael, a instituição Colégio de Veneráveis (inconstitucional no momento), será uma reforma constitucional onde ele receberá a tarefa de eleger o Grão Mestre. Em seguida, adotando-se um único rito, teremos um poderoso monólito religioso-maçônico.
Uma simplificação na vida política do GOB ? Assim, os obreiros do Gob não precisarão mais votar de vez em quando em um Grão Mestre, o que eliminará possíveis dissensões em consequência de embates eleitorais e abre a possibilidade da eternização de grupos no poder.
Não devemos nos esquecer de convidar para ingressar nessa Nova Maçonaria um conhecido grão-mestre paulista, que expulso de sua obediência, exercitou o jus sperneandi, foi reintegrado (mesmo se sua loja original tenha se bandeado em massa para o GOB), e logo criou outra para assegurar o título de GMG. Aliás ele é o mais hábil político que conheci em minha curta vida maçônica, e o melhor maçom que jamais conheci (no sentido da maçonaria participativa e politizada que eu privilegio) e que certamente assumirá com prazer o primeiro malhete da Nova Maçonaria, desde que seja o cargo seja vitalício.
Anauê!

Lamento profundamente o mistério do nome, coisa que não deve exister no ambito maçônico, “Qual é o nome?”, esse mistério me faz lembrar o atual estado de nossa patria.
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Quantos GMs paulistas foram expulsos de sua obediência e criaram novas obediências nas quais são os atuais GMs?
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Filardo o que fez vc mudar o final de sua publicação conf. abaixo?
“Não se deve esquecer de convidar para ingressar nessa Nova Maçonaria um conhecido grão-mestre paulista, o mais hábil político que conheci em minha curta vida e que certamente assumirá com prazer o primeiro malhete da Nova Maçonaria ad eternam”.
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Brother Vanderlei,
Ficou muito vago e dava margem a interpretações errôneas. Não quero citar o nome, mas não quero que pensem ser outra pessoa.
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