Por Yasef Yoaf – grau 32 ***

O esoterismo no Islã é um tema tão vasto que não é possível apresentá-lo ou sequer delineá-lo em uma única palestra. No entanto, tentarei esboçar algumas de suas grandes correntes esotéricas que dominaram os primeiros séculos de sua existência. De fato, o Islã é, por definição, a religião do LIVRO, uma religião que se considera abraâmica, como é descrita em grande detalhe no Alcorão, palavra que deriva de “kiraat”, leitura.
O Alcorão menciona o nome de Abraão 81 vezes, o que na Sura 37 repete a lenda de Abraão conforme descrita na Bíblia e se diz na Sura 3, versículo 67: “Abraão não era judeu nem cristão, era totalmente súdito de Alá e muçulmano. Ele não era do número dos Associadores” (que associam Deus a outras divindades). O Islã não tem igreja. No Islã, não há clérigos que detenham os meios da graça, que são dispensados diretamente por Deus. Assim, nenhuma autoridade infalível de autoridade suprema, e também um Concílio definindo dogmas, são admitidas na hierarquia religiosa. A vida do crente deve se conformar aos ensinamentos estabelecidos no LIVRO. Cabe a Deus, ALÁ, julgar e perdoar, pois diz-se que Ele é misericordioso.
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