Por Alice Dubois

Imagine por um momento a atmosfera solene de uma loja. Os irmãos e irmãs, vestidos com seus aventais, estão em uma cadeia de união. O Venerável Mestre desfere os golpes rituais. O silêncio se instala, carregado de símbolos. Para a maioria, esse momento incorpora a harmonia perfeita do trabalho maçônico. Mas para outros cérebros, aquele mesmo momento pode parecer uma tempestade sensorial, um fogo de artifício intelectual ou um desafio constante contra o impulso de se mover, questionar ou se aprofundar demais em um detalhe simbólico.


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