Bibliotecário

Selecionamos hoje um assunto muito interessante, o artigo publicado na revista Ritual, Secrecy, and Civil Society – Volume 2 – Issue 1, escrito por Yves Hilvert-Messeca que nos situa na História nos primórdios da difusão da Maçonaria.
Um trecho:
Se basearmos nosso julgamento na afirmação de Alexandre Defay de que “a geopolítica estuda as interações entre o espaço geográfico e os conflitos de poder decorrentes”, é discutível que, desde seus primórdios como instituição e ideologia, a Maçonaria tenha tido uma dimensão geopolítica. É vocação de cada maçom, de cada Loja e de todo corpo maçônico converter outros, desenvolver, sobreviver e, portanto, ocupar e “explorar” um território real e/ou imaginário. Ao longo do século XVIII, Irmãos, Lojas e/ou Obediências criaram redes que formaram o ecumene maçônico. O boom geopolítico da maçonaria revelaria uma certa mobilidade – práticas de viagem, hospitalidade e intercâmbio epistolar e econômico. Viajar era uma prática comum no Iluminismo. Não era um hábito novo, mas havia se tornado uma ilustração da busca do homem para explorar o mundo e seus fenômenos, e expandir seus conhecimentos.
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A Maçonaria e o Risco da Geopolítica no Século XVIII
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