Quando a Estrela Polar encontra o fio do prumo

Tradução J. Filardo

Por Ronan Loaëc

 

Depois de visitar cerca de duzentos Orientes para a realização do livro que Ludovic Marcos e eu acabamos de publicar sobre os templos maçônicos (edições Dervy), encontramos muitos “objetos estranhos”, ou mesmo improváveis, que testemunham uma má interpretação pelos “especulativos” das ferramentas utilizadas pelos “operativos”. O fio de prumo é, com frequência um deles!

Nós já tínhamos evocado alguns exemplos no tema “pó de polimento”, entre eles o da pedra cúbica pontuda *. Este elemento simbólico improvável não pertence a nenhum corpus de construção e simplesmente testemunha o fato de que o maçom especulativo nem sempre dispõe de conhecimento técnico que permita compreender em profundidade as ferramentas e símbolos de origem operativa que perderam o seu significado original e sua coerência no decorrer do “transplante”.

O fio dos construtores

Esta abordagem pelo tamanho da pedra nos leva diretamente ao fio de prumo.

Sobre o tapete de loja tradicional, nos séculos XVIII e XIX, o fio de prumo não figura como tal. Existem ali duas ferramentas de controle que usam o mesmo princípio, o princípio de gravitação que estende o fio preso a uma massa em direção ao centro da Terra: a perpendicular (que serve de joia de função ao segundo vigilante) e o nível (joia do primeiro vigilante).

 

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