Tradução J. Filardo

 

JAMES VI DA ESCÓCIA
19 de junho de 1566 – 27 de março de 1625

O Rei James era um Rei da Grã Bretanha, França e Irlanda. Ele era negro e a bíblia do Rei James recebeu seu nome em sua homenagem. O Rei James aprovou 54 eruditos para trabalhar na tradução; 47 trabalharam em 6 grupos em 3 locais diferentes por 7 anos, comparando traduções anteriores em Inglês (Bíblia de Genebra) e textos no idioma original (Hebraico e Grego).

A tradução King James teve uma influência significativa sobre o idioma inglês e era amplamente aceita como a Bíblia em inglês padrão. Devido a que o projeto foi supervisionado pelo Rei James e o cuidado e  atenção precisa com detalhes durante a tradução por sete anos, a bíblia do Rei James era considerada uma mas mais precisas traduções existentes.

Rei da Escócia (1567-1625) e o primeiro Rei Stuart da Inglaterra (1603-25), os historiadores ingleses tendem a retratá-lo como um covarde e um pedante exigente e tolo:  ‘O tolo mais sábio da cristandade’.  Na realidade, ele foi razoavelmente bem-sucedido em seus principais objetivos, aumentando a prosperidade nacional, mantendo a paz com a Europa e estabelecendo a igreja. Hoje, ele é lembrado por encomendar a chamada Bíblia do Rei James, ou Versão Autorizada.

Na parede oeste do salão de loja usado pela Loja Scoon and Perth No. 3 em Perth, na Escócia, pode ser encontrado um mural representando James VI ajoelhado em seu altar em sua iniciação.  O registro mais antigo da Loja, chamado “O Acordo Mútuo” de 24 de dezembro de 1658, registra que James “foi iniciado Maçom e Companheiro da Loja de Scoon” em 15 de abril de 1601.

James também nomeou William Schaw como Mestre da Obra e Diretor Geral em 1583, com a missão de reorganizar o ofício da construção. Em 1598, Schaw emitiu o primeiro de seus estatutos, estabelecendo os deveres dos pedreiros com sua loja e com o público, impondo penalidades por trabalho insatisfatório e práticas inadequadas de segurança. Schaw elaborou um segundo estatuto em 1599, no qual a primeira referência velada à existência de conhecimento esotérico dentro do ofício de pedreiro pode ser encontrada.

Iniciado:  15 de abril de 1601
Loja Scoon and Perth No. 3, Perth, Escócia.

GENEALOGIA BÍBLICA DO ANTIGO TESTAMENTO

1300-165 a.C. – Primeiros textos hebraicos escritos em papiros e rolos de couro

250-50 a.C. – Septuaginta – Primeiras traduções do hebraico para o grego

Séculos IX a IX – Textos editados na forma atual por Masoretes

400 d.C. – Vulgata de São Jerônimo – tradução para o latim.  Padrão católico.

1382 d.C. – A Bíblia de Wycliffe. Primeira tradução para o inglês

1455 d.C. – Bíblia de Guttenberg. Primeira Bíblia impressa, usando texto da Vulgata.

1525-1530 d.C. – Bíblia Tyndale. Primeira tradução impressa em inglês a partir de textos em hebraico.

1539 d.C. – Grande Bíblia. Primeira tradução para o inglês autorizada pela Igreja.

1560 d.C. – Bíblia de Genebra. Publicado por exilados ingleses.  Trazida para a América por Peregrinos.

1582-1610 d.C. – Bíblia Douay. Tradução em inglês para católicos trazida para a América.

1611 d.C. – Bíblia do Rei James. Traduzido por 47 estudiosos.  A mais famosa Bíblia inglesa.

1663 d.C. – Bíblia Algonquin. Traduzida para os Índios. Primeira Bíblia impressa na América.

1952 – Bíblia da Confraternidade. Primeiras versões católicas dos EUA inteiramente a partir de fontes hebraicas básicas, incluindo os Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947.  Estes são os textos mais antigos disponíveis, alguns datam de 200 a.C.

1952 – Versão Padrão Revisada.  Bíblia protestante

 

Fontes:

  1. Crawford Smith e William James Hughan, História da Antiga Loja Maçônica de Scoon e Perth (Número 3, A Loja do Scone) Perth: Cowan and Company, Limited, 1898.

Veja também:

Livro do Ano da Grande Loja de Antigos Maçons Livres e Aceitos da Escócia 1990, p.  50. Observe que o Contrato ou Acordo Mútuo é o único registro dessa iniciação, que esse histórico foi encomendado pela loja para estabelecer suas reivindicações de precedência e que não há documentação de fonte primária. Imagem: artista desconhecido ‘detalhe’.  Scottish National Portrait Gallery.