Tradução J. Filardo

Por Jean Moïse Braitberg

O Grande Arquiteto do Universo, figura essencial para uns, espectro irracional ou mesmo simples figura para outros, convida-se e preside a maioria dos ritos maçónicos em todo o mundo. É ele apenas mais uma figura alegórica que cada um é livre para interpretar como bem entender ou ele é o deus revelado das religiões monoteístas nas quais todo maçom “verdadeiro” deve acreditar? Ou ainda o Ser Supremo de Rousseau e Robespierre? A linha de demarcação entre esses modelos não é apenas doutrinária. Ela é também geográfica e tende a traçar um fosso quase intransponível entre a Maçonaria do mundo anglo-saxão e aquela que prevalece na esfera de influência da exceção maçônica francesa.

Depois que Yuri Gagarin “subiu ao céu” em 12 de abril de 1961, a União Soviética, então um país oficialmente ateu, apressou-se a lançar uma campanha de propaganda apoiada por cartazes nos quais um desenho mostrava o cosmonauta flutuando no espaço e declarando “Deus? Não, eu não o vi”.

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