Tradução José Filardo

 

Publicado 31 de outubro de 2017-porJean Poyard

 

Poucos símbolos tiveram tanto apelo sobre o homem quanto o Santo Graal que não cessou de solicitar as melhores mentes durante séculos. E ainda hoje ele interroga o homem do nosso tempo. Isso se explica na medida em que ele se refere a uma realidade espiritual que constitui o fundamento do universo e do homem e que pode ser rastreada em todas as tradições. Assim, o Graal é uma palavra conhecida de todos. Mas a palavra não é a coisa. Até onde ela é realmente conhecida?

 

O Graal, um tesouro a descobrir

Textos que nos falam do Graal e da espiritualidade templária existem em número considerável. No entanto, uma impressão estranha permanece, de que nem tudo foi dito sobre estas duas questões que constituem os dois lados de uma mesma moeda. É em torno desta palavra templária do Graal a ser decifrada que dedicamos um livro, não para esgotar o assunto, mas para nos aproximar de sua realidade secreta de uma perspectiva cristã e templária que relatamos neste artigo.

Pela própria natureza das coisas, as representações simbólicas em que se baseia o Graal são múltiplas e sempre significativas, quer se tratando de um cálice, de uma pedra preciosa de extrema pureza, ou ainda de um livro. As virtudes atribuídas ao Graal são frequentemente aquelas atribuídas à Pedra Filosofal. O Graal é alimento para o corpo e a alma, força de regeneração e de metamorfose através da palavra, enfim, experiência iluminadora. Descobri-la é uma façanha. Em todo caso, trata-se de um tesouro que se descobre em um local reservado, ao final de uma pesquisa exigente e que se diz perigosa, depois de um processo de auto-transformação. Entendamos como uma iniciação.

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