Tradução J. Filardo

Por Rodrigo Peñaloza[1]

 

Neste trabalho, mostro que a associação do Pavimento Mosaico ao Templo de Salomão é de caráter puramente maçônico e que o Pavimento Mosaico se refere exclusivamente a Moisés mediante a Lei Mosaica. Além disso, argumento que a interpretação alegórica do Pavimento Mosaico em particular e dos Ornamentos em geral pode apresentar uma coesão hermenêutica mais sólida se passarmos para uma interpretação simbólica com o suporte das concepções cabalistas medievais sobre a Torá.

Introdução

Apresento aqui uma interpretação do Pavimento Mosaico como um símbolo cabalístico, procurando, assim, extrapolar a mera interpretação alegórica. Com efeito, a interpretação alegórica não fornece, do meu ponto de vista, a necessária coesão hermenêutica para os Ornamentos da Loja. Entendo por coesão hermenêutica a perspectiva segunda a qual as interpretações simbólicas dos Ornamentos fazem parte do mesmo pano de fundo e uma não tem significado sem a outra. Busco, por isso, neste ensaio, sob a ótica da Cabala medieval, um significado mais profundo para os Ornamentos, em especial para o Pavimento Mosaico.

 

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