Restaurantes Usam Psicologia de Menu para fazer você gastar mais dinheiro: Aqui estão 7 técnicas para evitar ser feito de bobo

Tradução J. Filardo

Por Melissa Kravitz/AlterNet

Especialistas desconstroem o processo de criação de menu para ajudá-lo a pedir o que você realmente deseja.

O que você preferiria pedir? Uma tigela de macarrão com queijo de $ 10 ou uma fritada de massa cozida com quatro queijos artesanal coberta com pão ralado de $ 12?
Para muitos, o jantar está nos detalhes. O fraseado, colocação, preço e outros elementos menos óbvios de apresentar cada prato em um menu de restaurante podem influenciar um pedido de refeições de forma que os clientes não têm sequer consciência.
“Seres humanos são criaturas visuais, antes que vejamos ou cheiremos qualquer coisa, nós olhamos para ela”, diz Cenk Fikri, diretor e fundador da consultoria de restaurantes Cenk Fikri Inc., que consulta chefs para projetar menus que vendem pratos com uma grande margem de lucro.
O Instagram ajudou nas habilidades dos clientes de visualizar e predeterminar se um prato vale a pena pedir antes mesmo de pisar no restaurante. Recentemente, encontrei dois colegas para o almoço, nenhum dos quais abriu o menu do restaurante em que nenhum de nós já havia estado antes, já que o popular aplicativo de compartilhamento de fotos já havia guiado suas escolhas de refeições. Mas o layout e os gráficos estrategicamente atraentes, ainda que sutis em um menu, podem ter uma influência muito maior sobre seu pedido do que você percebe.
Pronto para sair do ciclo de gastos elevados da psicologia do cardápio? Deixe os especialistas desconstruírem o processo de criação do cardápio para ajudá-lo a comer o que você realmente anseia durante sua próxima refeição fora de casa.

Leia mais em:  Psicologia de Cardápio

Published in: on dezembro 16, 2017 at 2:55 pm  Deixe um comentário  
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Como entender (e diminuir) o impacto dos seus hábitos no meio ambiente, de roupas a comida

Com que frequência você lava suas calças jeans? Quando viaja de avião, são viagens longas? Prefere comprar tomates embalados, avulsos ou em conserva? Quantas vezes por semana você come carne?

As perguntas soam, a princípio, muito específicas. Mas são essenciais para entender o rastro que seus hábitos de consumo e escolhas individuais deixam no planeta.

Foi em uma conversa com o marido, no sofá de casa, que a designer industrial e escritora holandesa Babette Porcelijn percebeu que, apesar de ser especialista na cadeia produtiva de produtos industrializados, não entendia exatamente qual era o impacto do seu estilo de vida no planeta.

“Ele me contou que os 16 maiores navios porta-contêineres do mundo juntos emitem a mesma quantidade de enxofre que todos os carros que circulam no mundo! E que perdemos cerca de 27 milhões de árvores por dia por causa do desmatamento”, disse à BBC Brasil.

 

leia mais em:  Nossa Pegada Ecológica

Published in: on novembro 28, 2017 at 9:38 am  Deixe um comentário  
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Associações Voluntárias e Religião Civil: O Caso da Maçonaria

Tradução J. Filardo

Por JOHN WILSON
Departamento de Sociologia
Duke University
Review of Religious Research, Vol. 22, bro. 2 (Dezembro 1980)

Uma pesquisa de amostra aleatória de Maçons em um estado do Meio-Oeste americano mostra que eles vêm principalmente de extratos socioeconômicos mais altos, embora menos que há 20 anos atrás. A maioria dos membros se descreveu como inativos e não familiarizados com os procedimentos de loja, mas mostraram fidelidade direta à Ordem e um compromisso firme com seus ideais. Este paradoxo é resolvido com a ajuda de ideias extraídas dos escritos de Bellah sobre religião civil.

Nos Estados Unidos, as associações voluntárias desempenham diversas funções. Para o indivíduo, elas proporcionam suporte afetivo e uma sensação de Solidariedade com outros que têm interesses semelhantes. Para a sociedade como um todo, elas podem ser “consideradas como entidades integradoras em nível de comunidade, estado, regional ou nacional “(Babchuk e Edwards, 1973: 265, ver também, Cutler, 1573:135; Rose, 1967: 229-233). Talvez nenhuma outra associação preencha os interstícios entre a família e a comunidade melhor que a ordem fraternal, com sua mistura especial de prazeres privados e serviço público. A fraternidade é ao mesmo tempo um refúgio, em que os interesses e gratificações particulares podem ser realizados e um grupo de ação social, através do qual os compromissos públicos podem ser expressos. Este duplo papel das fraternidades é de especial interesse para mim neste trabalho.

O epítome do fraternalismo nos Estados Unidos é a Maçonaria. Ela serve de modelo para a maioria das outras ordens fraternais. É de se esperar que ela também funcionará como um elo entre as esferas privada e pública. Mas a Maçonaria é até certo ponto um caso especial entre as fraternidades. Muito mais que qualquer outra ordem, ela enfatiza a aprendizagem esotérica e a promulgação de um sistema moral fundado em crenças religiosas. Sua natureza quase religiosa é testemunhada pela hostilidade com que ela tem sido tratada por muitos dos corpos religiosos mais ortodoxos (Myers, 1960).

Leia Mais em: Associações Voluntárias e Religião Civil

O Esplendor da Maçonaria Imperial

Tradução José Filardo

Por Pierre Mollier

Com as duas décadas que precederam a Revolução e a Terceira República, o Império foi, sem dúvida, uma época de ouro para a Maçonaria. O Grande Oriente reunia 300 Lojas em 1804, mais de 600 em 1808 e 1200 nos 130 departamentos franceses do Grande Império no início de 1812! Além disso, com Cambacérès, Murat, Masséna, Lacépède, Kellerman, Lannes, Regnault de Saint-Jean d’Angely, etc. a direção da obediência quase se confunde com o governo de Napoleão.

No entanto, esta presença maçônica maciça no Primeiro Império foi muitas vezes subestimada. Por muito tempo, os historiadores maçônicos ou aqueles do Primeiro Império queriam ver apenas um fenômeno superficial, sem significado real. Ou eles apresentavam a Maçonaria imperial como a fantasia de uma burguesia que finalmente surgira sem grande importância política, e citavam esta frase de Napoleão, provavelmente apócrifa, ironizando sobre a chanceler presidindo os banquetes maçônicos com a mesma seriedade que as sessões do Conselho de Estado. Ou eles pintavam o retrato de uma Maçonaria rigidamente controlada pela temível polícia de Fouché e o período napoleônico representava então na história santa da República, apenas os anos em que a mola se comprimia na aurora do século das Revoluções.

Leia mais: O Esplendor da Maçonaria Imperial na França

Rumo à renda universal: Como lidar com o desaparecimento programado do trabalho?

Tradução José Filardo

por Jean-Moïse Braitberg

A prodigiosa revolução da inteligência artificial está transtornando nossa relação com o mundo, bem como o significado que damos às nossas vidas. O emprego, que alguns acreditam ser a chave do bem-estar, assim como da dignidade, está em vias de se tornar um dado obsoleto. Convém se preparar seriamente, visando principalmente a possibilidade de uma renda universal de existência desconectada da atividade. É hoje é o maior desafio que a humanidade está enfrentando, ao mesmo tempo em que isso coloca em causa para os maçons a importância simbólica do trabalho.

Estamos à procura de um colaborador para um trabalho que exige inteligência superior, capacidade de trabalho a toda prova e grande precisão eliminando qualquer risco de fracasso. Os humanos devem se abster“.

Este é o tipo de oferta de emprego que é de se esperar nos próximos anos.

Leia mais em: https://bibliot3ca.wordpress.com/rumo-a-renda-universal-como-lidar-com-o-desparecimento-programado-do-trabalho/

Published in: on março 9, 2017 at 2:46 pm  Comments (1)  
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Por que “1984” foi escrito

Tradução José Filardo

Em resposta a um certo Noel Willmett, que havia perguntado “se o totalitarismo, adoração do líder, etc. estão realmente em ascensão” dado “que não estão aparentemente crescendo na [Inglaterra] e nos EUA”, George Orwell escreveu essa carta em 1944, três anos antes de escrever sua obra prima “1984”:

Devo dizer que eu acredito, ou tenho receio, que tomando o mundo como um todo, estas coisas estão aumentando. Hitler, sem dúvida, logo desaparecerá, mas apenas à custa do fortalecimento de (a) Stalin, (b) dos milionários anglo-americanos e (c) de todos os tipos de pequenos ditadores do tipo de Gaulle. Todos os movimentos nacionais em todos os lugares, até mesmo aqueles que são originários da resistência à dominação alemã, parece assumir formas não democráticas; agrupar-se em torno de algum ditador, um fuhrer sobre-humano (Hitler, Stalin, Salazar, Franco, Gandhi, De Valera são todos exemplos diversos) e adotar a teoria de que o fim justifica os meios.

Leia mais em: https://bibliot3ca.wordpress.com/por-que-1984-foi-escrito/

ÁGUA – Manual de Sobrevivência para a Crise

– Esta publicação é uma iniciativa da Aliança Pela Água –

São Paulo e diversas outras cidades da Região Sudeste estão passando por uma grave crise hídrica. Diante desse problema complexo e de grandes proporções, cada um de nós pode contribuir para ajudar a evitar ou pelo menos adiar o esgotamento dos reservatórios.

  • Esse manual é um chamado para a mudança de hábitos: aprender e aplicar novas práticas e sobretudo adotar um estilo de vida realmente sustentável em casa, no emprego, na escola e na comunidade, individual e coletivamente. Nesse momento, cultivar e disseminar a paz é tão importante quanto fazer preparativos comparáveis a uma situação de guerra. Manter a calma, ser solidário e pró-ativo são atitudes essenciais para enfrentar um problema que afeta a todos. Entrar em pânico ou optar por soluções individualistas só vai piorar a situação
  • As próximas páginas apresentam várias sugestões de economia de água em casa e você pode levar as ideias e dicas divulgadas nesta cartilha para seus locais de trabalho e estudo. Além de aderir ao consumo consciente, é importante que cada cidadão participe do debate político visando pressionar os governantes a tomar atitudes adequadas para gerir a crise e construir soluções de curto e longo prazo. Afinal, o acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

 

www.aguasp.com.br

 

BAIXE O manual de sobrevivencia para a crise

O ESTADÃO ACORDOU?

O portal Brasil de Fato realizou um levantamento sobre o comportamento dos três jornais de maior circulação no Brasil ante a campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República. O estudo foi feito a partir das manchetes de primeira página publicadas porO Estado de S. Paulo, O Globo e Folha de S. Paulo, entre os dias 28 de agosto e 27 de setembro. Nesses trinta dias, O Estado de S. Paulo produziu 22 capas negativas para a candidata petista. No mesmo período, o jornal trouxe somente uma capa com manchete positiva, (“Inquérito da PF esvazia tese de crime político na receita”, no dia 16). Também houve três manchetes consideradas neutras e quatro abordando assuntos não ligados às eleições. (http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Estado_de_S._Paulo)

Depois de emprestar seu apoio ao estelionato eleitoral de 2014, no momento em que era preciso ser um jornal de verdade – digno da reputação da Família Mesquita, o Estadão vem agora oferecer um material de altíssima qualidade para nos explicar quão desgraçados estarão os paulistanos a partir de Março.

Obrigado, Seu Francisco Mesquita Neto… Obrigado.

http://infograficos.estadao.com.br/especiais/passado-futuro-cantareira/

Multa da água

A sobretaxa na conta de água foi anunciada pela primeira vez em abril pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) para entrar em vigor no mês seguinte, o que não ocorreu. Em julho, durante a campanha pela reeleição, o tucano desistiu de adotá-la alegando que a população estava economizando. Em dezembro, porém, Alckmin retomou a proposta, que prevê multa de até 100% para quem consumir mais agora do que antes da crise e entrou em vigor no dia 8 de janeiro.

ESPECIALISTA

Estocar água. Esta é uma das alternativas que Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral do ONG WWF-Brasil, indica para a população da Grande São Paulo, diante do colapso total dos reservatórios. “As pessoas tem que estocar água, mesmo com todos os riscos. Se for guardar, faça isso em lugar fechado para não dar dengue. É o que nos restou”, afirmou. De acordo com ela, a população também precisa mudar o pensamento em relação às chuvas. Não é porque há precipitações pontuais que os reservatórios irão ficar cheios novamente. Muita gente ainda tem aquela leitura da chuva do dia, uma ilusão de que se chover bastante vai resolver o problema. O governo nos ajudou a ficar em uma situação pior que não vai ser resolvido em médio prazo. Para o Cantareira encher vai ter que ser dilúvio. Não tem área de reservação nova”, disse Maria Cecilia. “A possibilidade de ficar sem água vai acontecer. A indústria vai brigar para ter água, o restaurante também, a dona de casa vai precisar para tomar banho e dar de comer. Não vai ser um conflito fácil de se mediar, não sabemos como vai ficar.”

Transparência e informação. Ainda de acordo com a especialista, os governos federal, estaduais e municipais precisam deixar claro para a população de que a água pode acabar. “Tem que deixar claro para a população o que está acontecendo, dizer que a água está acabando e que o governo vai ter que tomar atitudes. Precisa informar o horário que vai faltar água e explicar como a Sabesp está manejando o sistema”, disse.

Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral da WWF-Brasil e ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente

Published in: on janeiro 30, 2015 at 7:38 am  Comments (2)  
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Construtores de Império – Maçonaria e Imperialismo Britânico – 1717 – 1927

Tradução José Filardo

Por Jessica L. Harland-Jacobs

O Duque de Connaught, GM da Maçonaria Inglesa liderando uma procissão maçônica em Bulawayo, Rodésia, 1910,

 

 

 

Introdução

A Antiga e Honorável Fraternidade dos Maçons Livres e Aceitos

“A Maçonaria, ao que parece, foi fundamental para a construção e coesão do império. Observando essa relação fundamentalmente recíproca entre a Maçonaria e o imperialismo, o ex-Secretário de Estado para as Colônias e alto funcionário Maçônico Lord Carnarvon proclamou: “Seguindo de perto, na esteira da colonização, onde quer que a cabana do colono fosse construída ou a bandeira de conquista tremulava, ali a Maçonaria tem logo igual domínio. Ela refletiu e consolidou o Império Britânico.” Este livro conta a história da Maçonaria imperial britânica e, no processo, oferece algumas novas maneiras de pensar sobre a história do imperialismo.”

 

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/construtores-de-imperio-maconaria-e-imperialismo-britanico-1717-1927/

Published in: on dezembro 27, 2014 at 4:11 pm  Comments (1)  
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O Ebola é assustador, mas estas seis coisas são muito mais assustadoras

Tradução: José Filardo

A maioria dos americanos não está correndo tanto risco. Aqui estão os verdadeiros assassinos.

Larry Schwartz – AlterNet

15/10/2014 |

O Ebola é assustador. Sem dúvida. Agora que um segundo profissional de saúde de Dallas foi diagnosticado com Ebola, muitas pessoas estão justificadamente assustadas com a terrível doença – particularmente trabalhadores de saúde que poderiam encontrar-se cuidando pacientes com Ebola. Na África Ocidental, o vírus está se espalhando e nem de longe sob controle.

No entanto, a maioria dos americanos simplesmente não está correndo muito o risco de contrair Ebola, embora você não saiba vindo da mídia. A América não viu alimentação do medo nesta escala desde os primeiros dias da crise da AIDS na década de 1980. Então, como agora, uma doença pouco compreendida tornou as pessoas com medo de até mesmo estar na mesma vizinhança de uma vítima infeliz. Tal como acontece com AIDS, rumores e paranoia começaram a circular.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/o-ebola-e-assustador-mas-estas-seis-coisas-sao-muito-mais-assustadoras/

Published in: on outubro 16, 2014 at 12:14 pm  Comments (1)  
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